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domingo, setembro 26, 2010

Afffffffff.... ainda pego voces !!!

Normalmente eu sou despertada mais cedo, lá pelas 06:00 horas da matina por uns invasores de espaço e privacidade! Hoje, domingo chuvoso, um bando apareceu às 10:00 horas!

Eu fiquei na tocaia... no quarto de minha mãe Sissym. Eu fiquei ouvindo muitas uinhas (uinhas são unhas muito pequeninas) andando no ar condicionado. Um falatório danado do lado de fora como se fosse uma discussão!

A-bu-sa-dos!

Eu tentei ir até a varanda, infelizmente tem tela de proteção, o que me impede de um ato de pura coragem: dar um salto mortal (aquele que mata mesmo, especialmente 13 andares de distancia do solo).

Eu procuro não fazer barulho, a fim de não acordar a minha mama... só que ela tem um ouvido tão apurado quanto o meu! Eu não sei se ela fica me olhando ou se também quer fazer o mesmo que eu!!! Eu não sei se ela tem espírito de caçadora, mas eu tenho!!!

Ahhhh... ainda pego voces, seus penadinhos!


( Diário de Bordo, data estelar 26.09.10, por Lola )


terça-feira, setembro 21, 2010

Eu não tenho fim...

Este desenho foi feito por minha amada filha!
Ela é uma menininha com cara de princesa, meiga e meu grande amor.
Ela curte o que faço, morre de rir de minhas brincadeiras...
E ver o riso dela já é estímulo para criar mais e continuar.
Eu creio que não tenho fim, porque sempre invento algo novo...
Para viver de bem com a vida devemos acordar sorrindo!


Beijos a todos os amigos, Sissym.


"Ainda que haja noite no coração,
vale a pena sorrir para que haja
estrelas na escuridão.

Arnaldo Alvaro Padovani"


segunda-feira, setembro 20, 2010

Um pai muito compreensivo!

Este pai é um exemplo de atenção!





Por favor, caso alguem consiga traduzir,
acredito que muitos desejariam entender!

quinta-feira, setembro 16, 2010

Vivendo em Harmonia

Eu cresci ouvindo e assistindo desenhos animados que diziam que cães e gatos se odiavam.
Que gatos caçavam passarinhos, etc... eu não sei não....

Na vida selvagem eles precisam sobreviver, especialmente do pior predador: o homem.

Na selva urbana, nós precisamos sobreviver: da violência.
Poucos compartilham harmoniosamente o mesmo espaço, vida, comida,
respeitando limites, doando e praticando o amor, a gentileza e compaixão.

O cão, os gatos, a maritaca (faltam ainda as tartarugas...) não fazem guerra!
Nem para levar vantagens praticam a corrupção!


BOB E BABY

BOB E SNOW



BOB E GUGU






domingo, setembro 12, 2010

Incomensurável

"...Porque mesmo quando eu sonho com você
O sonho mais doce nunca vai ser suficiente..."



Incomensurável

Não há regras.
Não há explicações.
Idéias íntegras.
Doces sensações...
Um sentimento que percorre meu corpo,
como o sangue que alimenta as células.
Resplandecente como as estrelas.
Radiante como o sol de cada novo dia.
Sua presença é estímulo e minha alegria.
Capaz de me fazer sorrir sem perceber,
chorar sem querer, sentir felicidade,
sentir preocupação, morrer de saudade.
Esta ligação é bela, é trágica, é forte,
não há nada que possa medir e dar valor.
Ouvir sua voz, riso ou gargalhada,é sorte,
não há nada que possa medir este amor.
Incomensurável, minha filha,
é o meu amor por voce.

(Poema de Sissym)




Amo como ama o amor.
Não conheço
nenhuma outra razão
para amar senão amar.
Que queres que te diga,
além de que te amo,
se o que quero a dizer-te
é que te amo?
Fernando Pessoa

domingo, setembro 05, 2010

Elefantinho Azul

Desenho de minha filha Laura, poema de Ana Jacobino

Poema da Infância


Correr de rolimã
Pelas ruas da cidade.
Tornar estátua no quintal,
Pra espantar passarinho,
Andar de perna de pau,
Nas horas de folguedos,
Brincar de passa anel,
Esconde, queimada, ratinho...
Pular amarelinha,
Jogando a casca no chão,
Criar novos brinquedos
Usar a imaginação.
Equilibrar os porquinhos,
De arroz, milho, feijão
Jogar os cinco bem altos.
Para cair no dorso da mão.
Olhar para as nuvens,
Como chumaços de algodão
Deitado na grama do jardim,
Para ver flutuando, encantado,
Carneiro, elefante, pavão...

Ana Marly de Oliveira Jacobino
Publicado no Recanto das Letras em 05/05/2009
Código do texto: T1578095

sábado, setembro 04, 2010

Meu primeiro amor (historia infantil)

Esta estorinha é muiiiiiiiiiiiiito antiga (eheheheheh) e muiiiiiiiiiiiiito curtinha.
Ela foi escrita por minha filha que pediu para publicar. Começa assim:


" Oi, sou Bianca. Eu tenho 15 anos e moro em Laranjeiras. Eu vou contar a vocês uma estória que aconteceu comigo há 5.000 anos atrás.

Um dia, de manhã, eu, minha irmã Clarisse (de 6 anos) e meus pais fomos ao parque. Lá não tinha muitas coisas para adolescentes. Depois eu fui à praia. Ao entardecer, eu fui ao cemitério rezar para vovó Isabela e de repente um garoto me cutucou. Eu dei um grito:

- Socorro!!!!

Ele respondeu com uma voz meio rouca:

- Fique calmo. Eu sou Eduardo, um vampiro vegetariano de 4.000 anos.

E conversaram alegremente. Num outro encontro, ela perguntou:

- Quero saber se aceita se casar comigo. Estou apaixonada por você!

- Quero sim! - respondeu ele.


Passaram 1.000 anos e eles tiveram 6 vampirinhas:

Valentina, Bruna, Isabel, Luísa, Rita e Carla.

E todos viveram felizes para toda a eternidade!"


(por Laura)