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quarta-feira, dezembro 31, 2008

Marley & Nós





No último sábado, ao pegar minha filha na casa de amiguinha, a mãe desta e as crianças contaram ter assistido Marley & Eu no dia anterior. Tudo que conseguiram frisar é que choraram muito! Relatos como esses fazem arregalar meus olhos, sabia que o mais interessante não ouviria.

Na 2a. feira, em casa de outra amiguinha, ficou combinado que nesta 3a.f , dia 30/12/08, levaríamos a criançada.
O filme é recomendado para 10 anos, mas criança acompanhada dos pais pode entrar. A sinopse e comentários não mostravam nada de errado para os olhinhos tão jovens. As nossas estão entre 5 e 8 e todas tem animais de estimação, ou seja, faz parte o destino de nossos amáveis pets.
Contudo, todas já saíram com a idéia de que iam chorar "muito", era a idéia focada naquelas cabecinhas mirins. Pensei que levariam caixas de lenço de papel, mas não.

A todo momento elas queriam saber se "é agora que ele vai morrer!"

Num dos primeiros capítulos a Jenney foi fazer um ultrasson e não precisavam de palavras para nós adultos entendermos que havia perdido o primeiro bebê. Elas queriam saber o que estava acontecendo. Eu expliquei que a Jenny pensou que estava grávida, mas não estava mais e ficou triste. Isso bastou para atender a curiosidade delas. A minha filha explicou às demais "- Ela teve uma forte dor-de-barriga, assim como temos às vezes". As amigas sacudiram a cabeça afirmativamente. Não faltavam perguntas e sempre em tons baixos, educadamente.
Nos capítulos finais a emoção já estava tomando conta de quem foi assistir.

E elas perceberam quando uma lágrima rolou no meu rosto (e o ambiente estava escuro) e ficaram atiçadas! Tanto a ponto de quem sentava atrás, outras crianças, se debruçarem no encosto de uma das cadeiras para me ver! Eu me transformei num chafariz e elas adoraram!
Quanto mais gostavam eu mais chorava!!! Eis que minha filha, muito prevenida, sacou de sua bolsinha um pouquinho de papel higiênico e delicadamente enxugou o meu rosto.

Todos se emocionaram com a história encantadora, inclusive o pai de uma delas que nos acompanhou.

No lanche as meninas já haviam esquecido e se desvinculado das cenas tristes do filme, porém lembraram de seus queridos animais de estimação.

Existem muitos Marley's, com histórias inesquecíveis, mas o que seria deles sem o amor de seus donos? Pois estes eram maravilhosos, sabiam amar e perdoar qualquer deslize de seu pet. Sem dizer que o primeiro chefe do John foi mais do que um patrão. Um conjunto de fatores humanos para nos trazer uma história que será eterna, porque gostamos de animais ou amamos o que tivemos ou teremos. E é indicada às crianças, especialmente aquelas que tem um pet em casa, precisa aprender a aproveitar a companhia deles e que um dia eles irão partir.

Veja o vídeo do trailer: http://www.youtube.com/watch?v=_9qLrcUdftA

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5 comentários:

  1. Sissy, que legal, agora você tem blog. Adorei! Quanto ao post, eu não fui assistir ao filme, mas li o livro, e posso afirmar que é triste também. Gostei do livro, é emocionante!
    Continue escrevendo...
    Beijos!

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  2. Eu quero muito ver o filme que a Aniston bateu o Pitt deixando-o em segundo lugar!

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  3. Eu tenho um labrador, o Yuri. Minha mulher já leu o livro. Eu ainda não fui capaz... Acho que nem sequer quero pensar que o meu Yuri morrerá um dia.

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  4. Sissy, devido ao pensamento: "Quando será que ele vai morrer", que não quis comprar o livro. Vi o trailer do filme e achei as cenas engraçadíssimas! Já perdi dois animais de estimação: Biscoita e o Sloth Vladimir (dois gatos). Também sou uma chorona nos filmes e livros, daí meu medo de assistir ao filme! Beijos.

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