A minha filhotinha teve um grande amor e grande perda: seu cachorro Fred. Quando ele adoeceu e morreu, infelizmente, eu não estava perto para ajudá-la. Eu queria que ele morasse aqui conosco. Talvez, estando próximo, ele pudesse reagir melhor. Labradores não gostam de ficar sozinhos, ele vivia num sítio. Por um ano ela sofreu semanalmente, acompanhava de perto a doença que o consumia. Algum tempo depois ela disse que o viu morreu, perto dela. Isso a afetou profundamente. Eu sei que no filme Marley & Eu o tema é abordado, mas toda esta trama teve um começo, meio e fim com amparo afetivo aos filhos do casal.Existem infindáveis declarações de amor ao amado cachorrinho. Algumas vezes, quando eu encontro uma nova, é irresistível... eu choro.
Bom, este assunto deveria ser mencionado no Masquerade, blog que falo de assuntos ligados a comportamento. Só que muitas crianças tem pets em casa, certamente viverão seus bons e tristes dias. Não dá para escapar, após uma vida, da morte.
O desenho ela fez nesta semana. Nele descreveu seus amores:
1) Eu, a mãe dela - ashuashuashua! Sou realmente uma Fada!!!
2) O amado Fred - ahhhhh, ela lembrou de um dos aniversários dela quando ele roubou o almoço da garotada.
3) Craig - ele tem um cachorro, além de que é uma pessoa adorável.
4) Lôla - ahhhh, o Craig, na escala, está acima da nossa gata gorda peluda e folgada!
5) Fred - novamente... sempre... sempre!


