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sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Sentimentos Infantis

A minha filhotinha teve um grande amor e grande perda: seu cachorro Fred. Quando ele adoeceu e morreu, infelizmente, eu não estava perto para ajudá-la. Eu queria que ele morasse aqui conosco. Talvez, estando próximo, ele pudesse reagir melhor. Labradores não gostam de ficar sozinhos, ele vivia num sítio. Por um ano ela sofreu semanalmente, acompanhava de perto a doença que o consumia. Algum tempo depois ela disse que o viu morreu, perto dela. Isso a afetou profundamente. Eu sei que no filme Marley & Eu o tema é abordado, mas toda esta trama teve um começo, meio e fim com amparo afetivo aos filhos do casal.




Existem infindáveis declarações de amor ao amado cachorrinho. Algumas vezes, quando eu encontro uma nova, é irresistível... eu choro.

Bom, este assunto deveria ser mencionado no Masquerade, blog que falo de assuntos ligados a comportamento. Só que muitas crianças tem pets em casa, certamente viverão seus bons e tristes dias. Não dá para escapar, após uma vida, da morte.

O desenho ela fez nesta semana. Nele descreveu seus amores:

1) Eu, a mãe dela - ashuashuashua! Sou realmente uma Fada!!!
2) O amado Fred - ahhhhh, ela lembrou de um dos aniversários dela quando ele roubou o almoço da garotada.
3) Craig - ele tem um cachorro, além de que é uma pessoa adorável.
4) Lôla - ahhhh, o Craig, na escala, está acima da nossa gata gorda peluda e folgada!
5) Fred - novamente... sempre... sempre!








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9 comentários:

  1. Sissy my darling, I am honored and so is Smokey my dog! I had a dog named Wolfie who died about 9 years ago and it was a very sad time for me. He was my buddy for almost 16 years. Smokey came along about a year later and he is my constant companion/friend and source of entertainment! Thank you for the post....I love my fada and fadinha very much!...and Lola too!! Beijos, Craig

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  2. Olá, Sissy! (é assim? vai!)

    * Há apenas quatro questões na vida. O que é sagrado? De que é feita a alma? O que vale a pena ser vivido e qual é o motivo pelo qual vale a pena morrer? A resposta é a mesma para todas: apenas o amor. (Don Juan de Marco)

    Bom Feriado! É Carnaval! Pule!

    Eu vou pular na cama!* Uma gripe chata havia grudado em mim. Fui à médica. Consegui espantar essa chatice! Firme e linda nos meus 40 quilos!
    Viva a vida!
    * Se tiver acompanhante melhor:)))

    Beijos
    Da Rê para vc, querida!

    Obrigada. Estou com vc também!

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  3. Infelizmente perdas são inevitáveis. Restará para sempre a lembrança carinhosa do amigo. Talvez, a esperança de revê-lo um dia...

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  4. Si, é duro ver nossos filhos sofrerem seja qual for a idade deles, eu vi este filme varias vezes.
    Hoje inventei de ver PRA SDEMPRE AO SEU LADO....nossa ai eu chorei muito em ver a lealdade dos animais...pena que os seres humanos tidos INTELIGENTES não possam ao menos ser um pouco como estes animais...

    Um bju e vc e na sua fadinha

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  5. Sissym,

    Olá querida amiga!

    Venho agradecer a sua visita e suas carinhosas palavras.

    Bjs,

    FrancK

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  6. Ai miga tenho uma collie que é como se fosse uma filha pra mim, viajo com agora e sinto saudades dela,só de imaginar que um dia irá morrer meu olho enche d'agua , dá um aperto minina.. =[
    Infelizmente perdas são inevitáveis né.
    BEijos.
    Márcia Canêdo

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  7. Sis,

    Você me fez lembrar minha Tati, pois como sempre tivemos muitos cães, a Tati e a Lú já estavam acostumadas com eles, e amavam a todos igualmente.

    Mas, uma vez, as meninas ganharam dois pintinhos bem amarelinhos em uma exposição de cães, e elas ficaram muito felizes com seus pintinhos.

    A Tatinha cuidava do seu pintinho muito bem, e tinha o maior carinho por ele. A Lú, apesar de gostar do pintinho, não tinha noção do que poderia acontecer com ele se ele caísse, ou se ela o apertasse, ou seja, ela não tinha noção do que era a morte... E foi aí que ela estrangulou seu lindo pintinho amarelinho... Nem preciso falar que ele morreu né?

    A Tatinha, depois disso, tinha cuidados redobrados com o pintinho dela, pois tinha medo que a Lú também o estrangulasse.

    Passou um tempo e o pequeno pintinho virou um belo franguinho...rsss Mesmo assim a Tati cuidava dele, e ele era até inteligente... Isso foi logo ddepois da minha separação, e aí eu me mudei novamente para São Paulo, e não podíamos trazer o franguinho. Então resolvemos dar o bichinho para uma vizinha de Ribeirão Pires.

    Tempos depois, voltando a Ribeirão, a Tati quis ir até a casa da vizinha para ver como estava seu franguinho... Nem te conto... Foi uma choradeira só... Além da vizinha falar que botou o franguinho na panela, ainda reclamou que a carne do bichinho estava dura... Pode?

    É isso aí minha amiga...

    Sempre sofremos com as perdas e as separações, mas temos que saber que elas existem e, quando chegam até nós temos que saber superá-las sempre.

    Bjs.

    Ro.

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  8. Ola Sissym,
    fui voluntario do CVV, uma noite uma mulher ligou dizendo-se arrasada pela morte do Nestor.. apos 15 minutos ouvindo seu lamento e tentanto consola-la percebi que o Nestor era um gato...
    Ela amava seu animal e falava dele como se fosse uma pessoa..
    O amor é profundo por nossos animais de estimação...
    Sua filha é um ser Divino por amar desta forma.
    Fraternalmente,
    J. Nelson

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  9. Ola Sissym!! Sinto muito pela perda do cãozinho e acredito sim que as crianças são as que mais sentem, pois se entreguam aos animais de uma forma apaixonante. Em casa também é assim e temo o dia que o meu cooker for embora...
    Amo cachorros e fiquei triste por sua filhinha. Beijos no coração

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Recados: sissym.mascarenhas@hotmail.com
Obrigada