Quem disse que só criança apronta?! Nana nina não!
1) Primeira Traquinagem:
Certa vez.... eu tinha uns 17 anos... fui com a turma de pré-vestibulandos para um passeio num sítio. Seria um churrasco na casa de um ex-namorado. Entre meus amigos mais serelepes tinha até artista que além de artista fazia artes! kkkkkkkk Estávamos chateados com os cozinheiros de plantão que queimaram toda a comida e só um terço da fila faminta foi atendida! kkkkkk
Dormir pra que?! Alguém saberia explicar?!
Era um frio daqueles, nem podíamos abrir a boca que saía o vapor e assombrações.
Falando em assombrações.... Aiiii Leila, pra que foi cutucar....
Choveu... era lama pra todo canto... puxa... depois de tanto correr, subir morro até a igrejinha para se esconder no cemitério por conta de um pique...
Éramos 6 sem sono. Eu, como primeira dama, teria um quarto garantido, mas preferi pintar de creme dental a cara da galera que dormia no chão da sala. Ajudei a amarrar cadaços de sapatos. E também a "tocar" panelas durante a noite.
Final do ato: fomos expulsos das casas principal e auxiliares; como castigo tínhamos que dormir dentro de um corcelzinho 4 portas. Sendo 3 homens enormes, 2 amigas crescidinhas e euzinha mignozinha... falamos pelos cotovelos até amanhecer, quando através das brumas e pisando em chão de barro socado, encontramos uma quitando onde comi o melhor mão com mortadela do mundo. Com fome consegui degustar até mortadela (eu não gosto).
2) Segunda Traquinagem:
Eu tinha uns 23 anos e estava numa fazenda em Sacrafamília (RJ). Lugar bucólico. O que faço, gente?! Conto sobre Hermann, o sapo ultra gigante, gordo e preguiçoso ou sobre o morto da estrada?!
Well.... deixar o coitado do Hermann no quarto das histéricas mulheres e sair para outras aventuras, ora bolas, bobagem...
Um amigo teve uma ótima idéia: fingir que tinha um morto, colocá-lo no meio da estradinha de barro socado, esperar o buzum rural passar.
Era noite de lua cheia, arrumamos lençol branco, enchimento, muitas velas acesas ao redor. Quando o onibus estava passando, um de nós tratou de cruzar correndo feito doido na frente do onibus todo besuntado de ketchupe. Opsssss.... a freiada levantou poeira... não fomos xingados e sim chamados de "moleques da peste".
3) Terceira Traquinagem:
Eu tinha uns 25 anos... quando colaborei em assustar um rapaz cheio de fobias. Todo ano íamos para São Lourenço (MG) e ficávamos no mesmo hotel que parecia uma casa enorrrrrrrrrme. Não sabíamos mais o que fazer naquela cidade tão cheia de nada para se fazer à noite.
Tramamos.
A casa tinha 3 andares, sendo o primeiro o térreo. O último era tipo um andar sótão e conhecido pelo fantassssssssssssma que habitava por anos aquele lugar.
Vivia faltando luz, sem ajuda e com ajuda, claro.
O rapaz ia, para o azar dele, dormir no ultimo andar, no quarto do final do corredor.
Arrumamos barbantes.
Arrumamos muitos lençóis brancos.
E um engenheiro criativo para fazer toda a matemática que desse certo o deslizar dos lençóis.
Eu era uma das mocinhas que tomava susto e saía correndo desesperada.
Meia-noite, calmaria total, ninguém mais jogava carteado, só ruídos ocasionais de carros na rua, roncos (óbvio)... não podíamos sequer respirar.
É 1 .... É 2.... É 3 !!!!!!!!!!!!!
Que sorte! O lençol recheado de outros deslizou, estrategicamente e em diagonal, na penumbra do andar, assim que o rapaz colocou seus pés no topo do patamar. Ele não gritou, apenas tremeu, contudo desceu correndo as escadas e ficou acordado toda a madrugada ao lado do vigia.
No dia seguinte, nós, santinhos, queríamos saber o que aconteceu com o rapaz que continuava imóvel no mesmo lugar que horas atrás.... e os demais queriam saber quem aprontou aquilo!
Não fomos nós!!!!
Precisam mais?!
1) Primeira Traquinagem:
Certa vez.... eu tinha uns 17 anos... fui com a turma de pré-vestibulandos para um passeio num sítio. Seria um churrasco na casa de um ex-namorado. Entre meus amigos mais serelepes tinha até artista que além de artista fazia artes! kkkkkkkk Estávamos chateados com os cozinheiros de plantão que queimaram toda a comida e só um terço da fila faminta foi atendida! kkkkkk
Dormir pra que?! Alguém saberia explicar?!
Era um frio daqueles, nem podíamos abrir a boca que saía o vapor e assombrações.
Falando em assombrações.... Aiiii Leila, pra que foi cutucar....
Choveu... era lama pra todo canto... puxa... depois de tanto correr, subir morro até a igrejinha para se esconder no cemitério por conta de um pique...
Éramos 6 sem sono. Eu, como primeira dama, teria um quarto garantido, mas preferi pintar de creme dental a cara da galera que dormia no chão da sala. Ajudei a amarrar cadaços de sapatos. E também a "tocar" panelas durante a noite.
Final do ato: fomos expulsos das casas principal e auxiliares; como castigo tínhamos que dormir dentro de um corcelzinho 4 portas. Sendo 3 homens enormes, 2 amigas crescidinhas e euzinha mignozinha... falamos pelos cotovelos até amanhecer, quando através das brumas e pisando em chão de barro socado, encontramos uma quitando onde comi o melhor mão com mortadela do mundo. Com fome consegui degustar até mortadela (eu não gosto).2) Segunda Traquinagem:
Eu tinha uns 23 anos e estava numa fazenda em Sacrafamília (RJ). Lugar bucólico. O que faço, gente?! Conto sobre Hermann, o sapo ultra gigante, gordo e preguiçoso ou sobre o morto da estrada?!Well.... deixar o coitado do Hermann no quarto das histéricas mulheres e sair para outras aventuras, ora bolas, bobagem...
Um amigo teve uma ótima idéia: fingir que tinha um morto, colocá-lo no meio da estradinha de barro socado, esperar o buzum rural passar. Era noite de lua cheia, arrumamos lençol branco, enchimento, muitas velas acesas ao redor. Quando o onibus estava passando, um de nós tratou de cruzar correndo feito doido na frente do onibus todo besuntado de ketchupe. Opsssss.... a freiada levantou poeira... não fomos xingados e sim chamados de "moleques da peste".
3) Terceira Traquinagem:
Eu tinha uns 25 anos... quando colaborei em assustar um rapaz cheio de fobias. Todo ano íamos para São Lourenço (MG) e ficávamos no mesmo hotel que parecia uma casa enorrrrrrrrrme. Não sabíamos mais o que fazer naquela cidade tão cheia de nada para se fazer à noite.Tramamos.
A casa tinha 3 andares, sendo o primeiro o térreo. O último era tipo um andar sótão e conhecido pelo fantassssssssssssma que habitava por anos aquele lugar.
Vivia faltando luz, sem ajuda e com ajuda, claro.
O rapaz ia, para o azar dele, dormir no ultimo andar, no quarto do final do corredor.
Arrumamos barbantes.
Arrumamos muitos lençóis brancos.
E um engenheiro criativo para fazer toda a matemática que desse certo o deslizar dos lençóis.
Eu era uma das mocinhas que tomava susto e saía correndo desesperada.
Meia-noite, calmaria total, ninguém mais jogava carteado, só ruídos ocasionais de carros na rua, roncos (óbvio)... não podíamos sequer respirar.
É 1 .... É 2.... É 3 !!!!!!!!!!!!!
Que sorte! O lençol recheado de outros deslizou, estrategicamente e em diagonal, na penumbra do andar, assim que o rapaz colocou seus pés no topo do patamar. Ele não gritou, apenas tremeu, contudo desceu correndo as escadas e ficou acordado toda a madrugada ao lado do vigia.
No dia seguinte, nós, santinhos, queríamos saber o que aconteceu com o rapaz que continuava imóvel no mesmo lugar que horas atrás.... e os demais queriam saber quem aprontou aquilo!
Não fomos nós!!!!
Precisam mais?!

