Thanks for your visit. Comments or contact: sissym.mascarenhas@hotmail.com
Mostrando postagens com marcador fala. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fala. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, outubro 13, 2014

Intensamente, pois o amor é um oceano



"Pensei em você intensamente
Com doçura
Com desejo
Por lhe querer
Por lhe querer bem
Sentindo a inspiração."

Beijos, Sissym


"Pois pensei em você docemente
Com vontades
Com leveza
Sem certeza
Solto no ar
Leve no prazer 
de simplesmente amar."

( Ele )


*

Ao ler a resposta acima, escrevi:  "responderei no seu ouvido"

Mas ao vê-lo, conclui que 
deveria continuar este poema de amor,
porque estar ao lado dele
são inesquecíveis momentos.

Ao me deixar em casa, 
ele segurou o meu rosto
com suas mãos tão amáveis
e me chamou de "meu amor".

*


Pois nas vias surreais desta existência
Você fez levitar e eclodir
Sonhos, Desejos e Fantasias
Mostro-me tão menina e sapeca
tão mulher e intensa
e tão faminta! 

Todavia, é urgente cessar a resistência
pois, ao ouvir sua voz
cada sílaba do que tem a dizer, 
quando me abraça com doçura,
me olha nos olhos com naturalidade,
eu preciso expressar...

ao que me chamou,

Meu Amor!


Feliz Ano Novo!

(poema de 31/12/2012)

* 









terça-feira, setembro 15, 2009

Fale direito com as crianças!

Eu sempre falei corretamente com a minha filha, quando bebezinha eu conversava de maneira mais "maternal" mas sem trocar palavras, inventar, etc... Eu penso que isso foi importante para que ela aprendesse logo a falar e falar bem. Ela sempre teve um vocabulário rico. Outra coisa que sempre eu fiz foi chamar atenção sobre coisas importantes, objetos, imagens, pessoas e lugares, dando nomes corretos, correlacionando a fatos e afins. Quando eu via algum parente falar errado com ela no gênero "tatibitate" rapidamente eu corrigia.

As crianças são capazes de gravar rapidamente as coisas, especialmente as erradas.

Tatibitate é: Uma forma de fala caracterizada pela articulação defeituosa de certas consoantes; é rapidamente superada a menos que os adultos no meio ambiente contribuam para a sua manutenção, usando-a eles mesmos nas conversas com a criança. Em distúrbios graves de comportamento e na esquizofrenia, o paciente pode reverter a esse tipo de fala. (*)

Por volta dos dois anos, a criança tem um vocabulário próprio. Água, por exemplo, pode ser "agu"; e colo, às vezes, é "tóio". Esse modo de falar encanta os adultos, que, muitas vezes, repetem o que a criança diz do modo como ela fala. Isso provoca uma conversa tatibitate, prejudicial à criança.Se seu filho diz "Telo bintá" e você entende que ele quer dizer "Quero brincar", ótimo: vocês estão se comunicando. Mas, ao repetir "bintá" em lugar de dizer "brincar", estará diminuindo a oportunidade de seu filho aprender a falar certo. Chamando o cachorro de "catolo", você não vai ajuda-lo na comunicação com outras pessoas. Falar com a criança desse modo não traz qualquer vantagem para ela. (**)

Vejam este site que e muito interessante:
http://www.gagueira.org.br/index.shtml


Fonte:
Instituto de Neurociência e Comportamento de São Paulo
(*)
Bibiográfica: 0 a 6 anos O primeiro MundoA Aventura de Crescer
(**)