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quarta-feira, junho 17, 2009

O doce sabor materno

Hoje, ao sair de casa, recomendei à minha empregada:

"- Se ela implicar com o purê de ,diga que fui eu quem o fez!".

Então esta frase voltou à minha memória na hora do almoço. Enquanto me alimentava fiquei viajando neste mundo dos nossos filhos e de nossas mães.

Eu já comentei antes que meu pai era o cozinheiro de casa e um dos melhores que já experimentei. Verdade. Ele era, casualmente , convidado para ser sócio de bons restaurantes, porém nunca se aventurou. A minha mãe sempre "deu para o gasto". Não somos perfeitas.

Eu tenho paladar apurado graças a veia paterna, sou super crítica. Eu aprecio muito comida bem feita, pratos elaborados, até aqueles que parecem uma pintura postos em porcelanas. Só que comida de mãe é algo irresistível mesmo. Por que será?!

Eu também tenho um olfato danado, mesmo sofrendo de rinite, o meu nariz sempre acusa bons e maus cheiros. Muitas vezes dei sinal antes do cachorro da casa!!! Podem rir...

Eu não sou boa cozinheira, não tenho nenhuma paciência. não me apetece! Contudo, se preciso fazer, mesmo que enrolada, faço com carinho. Não há nada mais incrível do que ouvir minha filha dizer que está bom e, principalmente, que gosta do que eu faço.

Muitas vezes ela pergunta:

"- Quem fez o feijão? Quem fez isso? Quem fez aquilo?"
Para evitar problemas na hora de comer, eu respondo "- Eu!".

Só que eu sou super desconfiada e se perguntar mais de uma vez, eu volto a provar. Às vezes o cheiro não condena, nem mesmo a apresentação, mas o paladar... não tem como enganar! Tá ruim, está mesmo!

Voltarei outro dia para deixar receitas de coisas muito simples que se pode fazer na companhia de crianças e que deram certo na minha casa.


au revoir, baisers Sissym!


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9 comentários:

  1. Simone...

    Até parece eu com meus filhos. É assim mesmo. E seu texto chamou a minha atenção, pois hj estou com meus filhos, que estavam febris. Sempre que venho ficar com eles, que estão morando em outra cidade, faço coisas que eles gostam, geralmente gostosas mesmo, porque eles mesmo quem cozinham, daí...fazem apenas o que conseguem...e não ficam usando várias panelas, etc.

    Outra coisa que vc comentou, é sobre o paladar. sabe, o escritor Rubem Alves diz que o sabor está na imaginação, em algum lugar que nem sabemos onde é...E eu acho que quando cozinhamos pras pessoas queridas, o paladar é de AMOR...daí, a comida tem um sabor especial.

    Querida, isso é a essência. Vc escreve do que se passa na essência da vida. Parabéns.

    Lena

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  2. Pois,eu sou o cozinheiro da família nos domingos e feriados.Faço cozido, feijoada, tortas ...
    Tudo! Pareço então com seu pai...
    bjs

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  3. Minha mãe também não é lá muito talentosa, mas minha nonna é demais. Eu até que engano bem, viu... hehehehe

    Beijo

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  4. Homens talentosos... hummm que bom ter esses comentários! Bjs

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  5. Repito o Rodrigo Piva. Minha mãe é meio simplória, mas minha vó, baixinha e arcada, fazia no fogão à lenha o que muito madame não faz em cozinha automatizada.

    Mas o que enfeitiça mais em mim da comida de minha mama, é o fato de ser feita para mim, e uma das formas de ela dizer que me ama e cuida de mim.

    Bjs Syssim!!

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  6. Olá!

    De fato, aquela comidinha feita pelas nossas mães é demais. Seja uma janta, um almoço ou aquele bolo ou aquela torta maravilhosa. Isso não tem preço.

    Abraços

    Francisco Castro

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  7. Não vá bacar a moleca na cozinha heim! rs
    Abraço
    Felipe

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  8. Não se preocupe Felipe, eu não corro nela, e não derrapo nas curvas, e páro no sinal quando vejo que é preciso! ahhhhh

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