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sábado, junho 06, 2009

Parcimônia na comunicação

"por Sissym
">Foto: Duelo"



Eis que tudo sobrou de
uma linda poesia:
Meu nome, da foto e a foto!!!

É para duelar?!
Vai ter que me aguentar!


A briga está começando agora:
eu, a Poetisa, contra esta foto!
Duendes: é sábio irem embora
contra vocês tenho um antídoto!

Imaginem, caros e fiéis leitores
eu estava com palavras brincando
sem pretensões ainda que maiores
do que versar, assim expressando.

Ora, Mr Jones pode ver o invisível?
Eu não apliquei nenhuma parcimônia
só queria estar no Reino Inimaginável
porém, BlogZoom zapeou em economia!

Isso não foi "Idéias da Fada sem Fim"!
Por favor nem pense que foi teimosia!
Desliguei tudo, fui chorar no seu jardim.
Esquecer a tal foto então me pouparia.

Ledo engano, porque fui logo retomada
pelo espírito enriquecido da obstinação,
contrária a palavra acima nesta alvorada!
Levantei e dei fim no revés da comunicação!

Enfim, corpos desnudos que nada evitaram
nem da contra-dança nem na apresentação!
Meus caracteres fervilharam e renasceram,
sem parcimônia, sou abundante na paixão!


(por Sissym)


"Os homens são animais muito estranhos:
uma mistura do nervosismo de um cavalo,
da teimosia de uma mula e da malícia
de um camelo.
-- Aldous Huxley"

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5 comentários:

  1. puxa Sissym, foi o melhor.
    gostei demais. vamos usar um pouco desse seu poema pro banner no reino indicando seu blog. ok?
    bjs

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  2. Poim, entendi parte... tudo bem! Beijocas da minhoca que não gosta de pipoca!

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  3. Quem tem talento, tem e ponto final. Parabéns por mais esta jóia de poesia!

    Beijos, amiga!

    André

    ResponderExcluir
  4. Bom dia Sissym;

    "Enfim, corpos desnudos que nada evitaram
    nem da contra-dança nem na apresentação!"

    No meio do fogo dois corpos desnudos, no meio do fogo um pedido uma súplica ...

    Deixou a comapanhia de Adélia:

    Com licença poética

    Quando nasci um anjo esbelto,
    desses que tocam trombeta, anunciou:
    vai carregar bandeira.
    Cargo muito pesado pra mulher,
    esta espécie ainda envergonhada.
    Aceito os subterfúgios que me cabem,
    sem precisar mentir.
    Não sou feia que não possa casar,
    acho o Rio de Janeiro uma beleza e
    ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
    Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
    Inauguro linhagens, fundo reinos
    — dor não é amargura.
    Minha tristeza não tem pedigree,
    já a minha vontade de alegria,
    sua raiz vai ao meu mil avô.
    Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
    Mulher é desdobrável. Eu sou.

    Abraços; uma boa semana ...
    Marco

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  5. Marco, adorei este comentário, li e reli como se saboreasse algo muito bom de se por para dentro! Bjs

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Obrigada